terça-feira, 26 de março de 2013




O Domingo é o "Dia do Senhor!" A origem da celebração do Domingo data do próprio dia da Ressurreição do Senhor. Foi neste Primeiro Domingo de Pascoa que Cristo ressuscitado caminhou junto com os discípulos de Emaús, lhes explicou as escrituras e lhes partiu o pão, prefigurando as 2 colunas centrais da celebração dominical: a Liturgia da Palavra e a Liturgia Eucarística ( Lc 24. 13-35).
O Domingo é a celebração da vitoria da Ressurreição de Cristo sobre a morte. 


Feliz Pascoa 




Pascoa do Senhor 

A celebração anual da pascoa se dá propriamente na vigília Pascal.  O domingo da Ressurreição do Senhor é como um coroamento da grande solenidade. O Evangelho resume bem a mensagens pascal. Maria Madalena foi ou túmulo a pedra retirada do sepulcro. Pedro e João encontra o túmulo vazio e compreenderam a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressuscitar dos mortos. O resultado é o encontro com o Cristo ressuscitado. Retirando a pedra do túmulo e deixando um tumulo vazio Jesus abriu as porta da eternidade para todo ser humano. Os que fazem a experiencia do encontro com o Ressuscitado, como Maria Madalena e os discípulos de Emaús, tornam-se seus mensageiros. Chegou a nossa vez de anunciar o Ressuscitado. 

Feliz Pascoa para todos! 



Pascoa do Senhor 

A celebração anual da pascoa se dá propriamente na vigília Pascal.  O domingo da Ressurreição do Senhor é como um coroamento da grande solenidade. O Evangelho resume bem a mensagens pascal. Maria Madalena foi ou túmulo a pedra retirada do sepulcro. Pedro e João encontra o túmulo vazio e compreenderam a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressuscitar dos mortos. O resultado é o encontro com o Cristo ressuscitado. Retirando a pedra do túmulo e deixando um tumulo vazio Jesus abriu as porta da eternidade para todo ser humano. Os que fazem a experiencia do encontro com o Ressuscitado, como Maria Madalena e os discípulos de Emaús, tornam-se seus mensageiros. Chegou a nossa vez de anunciar o Ressuscitado. 

Feliz Pascoa para todos! 




Vigília Pascal 


O túmulo vazio é uam pista interessante para a nossa fé. Se não temos o corpo, precisamos encontrá-lo, e não descansaremos enquanto isso não acontecer. Agora, se temos o corpo, podemos ficar despreocupados. Mas é ai que mora o perigo! Quando sabemos exatamente onde o corpo se encontra, já não sentimos a necessidade de buscá-lo. Sabemos onde ele está e isso nos basta. Jesus porém, não nos quer tranquilos. Ele nos quer em movimento, em ação. Por isso o túmulo está vazio! Jesus quer ser encontrado em outros lugares. O Ressuscitado nos convida a procurá-lo em cada pessoa que está ao nosso redor. Devemos buscá-lo sempre, especialmente entre os que mais sofremos crucificados deste mundo.






Paixão do Senhor 

Ele sofre. Paixão é sofrimento. Sexta-feira da paixão é celebração da entrega dolorosa do Senhor. Ano a ano, repetimos com o povo que não o aceitou: " Crucifica-o."
Beijamos a cruz e nos envergonhamos do bem não fizemos. E o Crucificamos. não é apenas um ritual. Ele continua tendo seu sagrado corpo rasgado por cravos e lanças em crianças desnutridas, mortas nos ventres de suas mães ou nas sarjetas, em jovens violentadas, em pais sem emprego nem pão para seus filho, em idosos abandonados, nos presos, marginalizados de toda sorte em famintos de todos os cantos, são milhões. Milhões de cravos e lanças pelos quais Jesus pede ao Pai que nos perdoe pois não sabemos o que fazemos. 





Paixão do Senhor 

Ele sofre. Paixão é sofrimento. Sexta-feira da paixão é celebração da entrega dolorosa do Senhor. Ano a ano, repetimos com o povo que não o aceitou: " Crucifica-o."
Beijamos a cruz e nos envergonhamos do bem não fizemos. E o Crucificamos. não é apenas um ritual. Ele continua tendo seu sagrado corpo rasgado por cravos e lanças em crianças desnutridas, mortas nos ventres de suas mães ou nas sarjetas, em jovens violentadas, em pais sem emprego nem pão para seus filho, em idosos abandonados, nos presos, marginalizados de toda sorte em famintos de todos os cantos, são milhões. Milhões de cravos e lanças pelos quais Jesus pede ao Pai que nos perdoe pois não sabemos o que fazemos. 





Ceia do Senhor 

O Evangelho inicia mostrando para nós o amor de Jesus pelos seus. Este amor que é manifestado no gesto de lavar os pés. Gesto proibido aos mestres e ate mesmos aos escravos, porque seria humilhação. Com este gesto simbólico-profético, Jesus nos revela o amor-doação. O rosto de um Deus-amor que se dá. E assim, do amor nasce o mistério da Eucaristia, do Sacerdócio e o Novo mandamento. Este é o jeito de Deus amar, é o jeito de Deus Servir, entregando-se a nós, por amor. Serviço exercido no amor-doação, na humildade. Jesus nos ensina que precisamos levar uma vida de servos, propõe-nos o seu serviço como exemplo por tanto todo cristão é chamado a amar e, por amor e no amor, a lavar os pés uns dos outros, como Jesus fez.
Que Maria, mãe da Eucaristia nos ensine a viver plenamente o amor que Jesus nos ensinou.  






Se nada tens a oferecer ao Senhor, apresenta apenas teu sofrimento, tua fadiga. Quando custou a tanta gente um pedaço de pão colocado na patena! Se tens as mãos vazias a boca amarga e seca, oferece teu coração machucado. Para que o vinho chegasse a um cálice foi preciso pisar a uva e moer o grão de trigo. Se nada tens de te, alem de amargura e pecado, o cansaço de viver e a angustia que te oprime, que tuas mãos elevem para os céus estras míseras oferendas, pois o amor, as acolheu na ceia. Se nem forças tens para ofertar e implorar, se em ti tudo é abandono e solidão, silenciosamente aceita, pois é o que basta.




Senhor, eu vos peço algo extremamente difícil: a graça de reconhecer a Cruz de vosso Filho em todo sofrimento de minha vida de acompanha-lo ao logo de sua Via-Sacra durante o tempo que quiserdes. Não deixes que eu me torne amarga no sofrimento, mas ao contrario que eu possa amadurecer, na paciência, generosidade e bondade e tenha fervoroso desejo de estar um dia onde não existe mas sofrimento, que eu possa enxugar as lagrimas de todos os sofredores que acreditam em vosso amor e sua luz. Que eu tenha graça da fidelidade e da fé, sendo bondosa e fiel, que Maria Santíssima nos acompanhe em todos os dias de caminhada, que a Procissão do Encontro seja uma alerta para nossa comunidade.